Esvaziamento de feiras livre, levam empreendedores a migrarem para delivery para atender consumidor











                                                                                     

Produtos são entregues pelo delivery (Foto: Divulgação / Assessoria)


A pandemia causada pelo coronavírus tem feito os pequenos empreendedores repensarem seus negócios para garantir a manutenção das vendas. O registro é de queda na saída dos produtos, mas o faturamento continua para algumas empresas que se readequaram à nova realidade. Algumas empresas não perderam tempo e tomaram decisões importantes para garantia da sobrevivência do negócio, como o aumento de investimento no delivery e reforço nas ações de higiene dos produtos e na forma de entrega.

Para o presidente da Frente Parlamentar de Empreendedorismo e Desenvolvimento Econômico da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), Eduardo Carneiro (PRTB), essas ações vêm garantindo a empregabilidade no setor, que apesar das quedas, têm se esforçado para se adequar à nova realidade.
A ‘Terra Boa’, que distribui produtos agrícolas para serem vendidos em feiras livres, foi uma delas. Com o isolamento social e os decretos que proíbem aglomeração de pessoas, a cooperativa agora faz um canal direto entre os agricultores familiares com o consumidor. Segundo Noaldo Andrade, um dos responsáveis pela empresa, os pedidos recebidos estão sendo repassados diretamente para o consumidor com entrega a domicílio.

“Tivemos uma queda brusca nas vendas e o problema se agrava porque temos um excedente de produtos no campo. Sem o funcionamento de muitas feiras livres, passamos a trabalhar diretamente com o consumidor que faz a sua encomenda e recebe em casa, sem cobrança de frete. Essa foi uma medida adotada para garantirmos a continuação das vendas desses produtores que estavam começando a perder seus alimentos”, destacou Noaldo.

A empresa ‘Du Sítio’, que segue o modo de produção agroecológico, atende seus clientes virtualmente e no momento trabalha na construção de um site que deve ser disponibilizado em breve. Segundo Raffael Borges, um dos sócios da empresa, as vendas de frutas caíram com a chegada da pandemia, mas por outro lado, a divulgação de produtos como mel e própolis fizeram com que aumentassem as vendas.

“Esses artigos estão vendendo mais do que nunca, por serem produtos que melhoram a imunidade”, revelou Raffael Borges, afirmando que apesar do aumento de vendas nos produtos do apiário, o faturamento tem caído, pois as empresas estão comprando menos, ou nem estão comprando.

Para garantir as vendas, Raffael revelou que a empresa redobrou os cuidados com a higiene dos produtos e também nas entregas. “Desde que começamos com a ‘Du Sítio’, entregamos em domicílio toda terça e quinta. O que mudou com esta pandemia foram os cuidados com higiene e a quantidade vendida de cada produto”, destacou.

Para os funcionários e familiares, a empresa fez a doação de própolis e mel, além de máscaras e luvas. “O entregador vai até a cada dos clientes de máscara, e a cada entrega higieniza as mãos e a máquina de cartão com álcool 70%. Estamos tendo agora um cuidado redobrado com tudo isso”, afirmou.

A ‘Du Sítio’ produz abacaxi e mamão, mas dependendo da época, também milho, macaxeira, além de tomate cereja, pimentão, cebola e diversos outros produtos. Entre os artigos oferecidos também estão o mel de abelha, favo de mel e castanhas.

Apoio – A Frente Parlamentar de Empreendedorismo e Desenvolvimento Econômico da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), presidida pelo deputado Eduardo Carneiro (PRTB), tem dado apoio a garantia das atividades econômicas e a manutenção dos empregos solicitando ao Governo do Estado a elaboração de um Plano de Retomada dos Negócios.

Assessoria
Fonte: https://paraiba.com.br/

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