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Luciano Cartaxo defende fim da escala 6×1, cobra votação e cita impacto na saúde dos trabalhadores

 

Deputado estadual Luciano Cartaxo (Republicanos), durante entrevista à imprensa.


O deputado estadual Luciano Cartaxo (Republicanos) defendeu, nesta semana, a revisão da escala de trabalho 6×1, modelo em que o trabalhador atua por seis dias e folga um. As declarações foram dadas à imprensa após sessão na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB).

Em entrevista ao portal Fonte83, o parlamentar afirmou que o tema está diretamente ligado à qualidade de vida dos trabalhadores e deve avançar no debate legislativo no Congresso Nacional. “O fim da escala 6 por 1 é uma conquista do trabalhador brasileiro, sem dúvida alguma. O trabalhador tem uma carga horária excessiva e precisa ter tempo para a família, para a saúde e para resolver seus problemas pessoais”, afirmou.

Cartaxo defendeu que a proposta seja analisada ainda neste semestre pelo Congresso e destacou que mudanças na legislação trabalhista são historicamente acompanhadas de debates sobre impactos econômicos. “Eu acredito que essa jornada precisa ser revista. O Congresso Nacional deve avaliar e votar essa matéria ainda neste semestre. Toda vez que há uma mudança em favor do trabalhador, surgem questionamentos sobre economia e emprego, mas isso já aconteceu em outras reformas trabalhistas ao longo da história”, disse.

O deputado também citou mudanças recentes no mercado de trabalho e apontou que algumas empresas já estariam adotando modelos diferentes da escala tradicional. “Diversas empresas já estão conscientes disso e adotando outros formatos, porque essa jornada pode ser prejudicial à saúde. Hoje há também uma preocupação crescente com a saúde mental dos trabalhadores”, acrescentou.

Contexto no Congresso

A discussão sobre a jornada de trabalho ocorre em meio a diferentes propostas em tramitação no Congresso Nacional. O Governo Federal enviou ao Legislativo um projeto com pedido de urgência que propõe a redução da jornada semanal de 44 para 40 horas e prevê dois dias de descanso remunerado.

Além disso, outras propostas em análise na Câmara dos Deputados e no Senado Federal tratam de reduções mais amplas da jornada, com modelos que variam entre 36 horas semanais e mudanças graduais ao longo dos próximos anos.

Como não houve aprovação final de nenhuma das propostas, segue em vigor a regra atual de até 44 horas semanais, prevista na legislação trabalhista brasileira.

Fonte: https://fonte83.com.br/


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