Manoel Ludgério nega adesão ao Governo e diz que sua atuação política não será pautada por líderes de blocos na Assembleia

O deputado Manoel Ludgério (PSD) usou o seu perfil no Instagram, na tarde desta quarta-feira (3), para rebater informação de suposta adesão política ao governador João Azevêdo (PSB).



                                                      

O deputado adiantou que não vai votar favorável, por exemplo, à matéria do Governo do Estado que extingue órgãos da administração estadual, como Emater, Emepa e Empasa, desde que fique assegurado em lei que não haverá demissões. (Foto: reprodução)


O deputado Manoel Ludgério (PSD) usou o seu perfil no Instagram, na tarde desta quarta-feira (3), para rebater informação de suposta adesão política ao governador João Azevêdo (PSB) e disse que a sua atuação política não será pautada nem tutelada pelos líderes na Assembleia: o líder do Governo, Ricardo Barbosa, o líder da oposição, Raniery Paulino, e nem pelos líderes de blocos, Tovar Correia Lima, Júnior Araújo e Wilson Santiago, que comanda o blocão da maioria.  

Em transmissão ao vivo, Ludgério reafirmou independência, apesar do PSD integrar o blocão na Assembleia Legislativa. "A minha posição política na Assembleia é do mais rigoroso equilíbrio e com atuação independente. Aquilo que eu entender que é importante para a Paraíba, vai ter o meu apoio. Aquilo que eu entender que é prejudicial, não vai ter o meu apoio", assegurou.   
O deputado reafirmou que a presença do PSD no blocão, este ano, teve como finalidade fazer parte da Mesa Diretora, já que a distribuição dos cargos na Casa se dá de forma proporcional. Mas disse que a presença do PSD no bloco da maioria na Assembleia não significa dizer que ele esteja na bancada de situação. 
"A minha atuação política tem sido pautada pela independência, com a minha consciência e respeito à sociedade paraibana", garantiu.
Ele criticou o fato de que "algumas pessoas" teriam utilizado as redes sociais para agredir, sem ouvir o contraditório. 
Ludgério ainda lembrou que, em 2015 e 2016, o seu partido integrou o bloco da maioria como estratégia para compor a Comissão de constituição e Justiça da Assembleia. E disse que, em 2018, apesar de não ter relação política nem de amizade, votou no candidato a governador Lucélio Cartaxo (PV), que foi derrotado nas eleições por João Azevêdo.
"A minha presença no bloco da maioria aqui na Assembleia me permitiu fazer parte da segunda vice-presidência da Casa de Epitácio Pessoa. Em nenhum momento foi tratado de uma adesão política", explicou.
O deputado adiantou que não vai votar favorável, por exemplo, à matéria do Governo do Estado que extingue órgãos da administração estadual, como Emater, Emepa e Empasa, desde que fique assegurado em lei que não haverá demissões.
Fonte: https://www.clickpb.com.br


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