‘Estado vê com preocupação’, diz secretário sobre água

De acordo com o socialista o prazo dado pelo ministério da integração para que as águas cheguem ao eixo norte da transposição é até março ou abril







                                                       

Açude Coremas - Foto: José Albertino Andrade da Silva


O secretário de Recursos Hídricos da Paraíba, João Azevêdo (PSB), revelou que o prazo para as chegada da água do Rio São Francisco no eixo norte da transposição pode atrasar. Recentemente, o presidente da Agência Executiva de Gestão das Águas (Aesa), João Fernandes, disse que a situação do abastecimento de água no Sertão da Paraíba deve ficar bastante comprometida a partir de janeiro de 2018. De acordo com João Azevedo, o atraso pode acontecer em decorrência de um impasse com as empresas que trabalham na obra.

“Nós soubemos que está havendo algum problema com relação a uma das empresas que está trabalhando lá e que vai haver a necessidade de chamar mais uma classificada no processo licitatório e rescindir contratos. Se isso ocorrer, com certeza haverá atraso nesse prazo”, disse o socialista.
De acordo com o socialista o prazo dado pelo Ministério da Integração para que a água chegue ao eixo norte da transposição é até março ou abril.
“O cronograma que o Ministério da Integração nos passou é que até março ou abril do próximo ano essa água estaria chegando aqui ao eixo norte da transposição”, revelou.
Segundo João Azevedo, o Estado tem acompanhado com preocupação o caso e entende que se não houver uma grande recarga de água, o estado pode ter sérios problemas.
“Nós estamos acompanhando isso, preocupados porque mesmo sabendo que nós estamos entrando em um período de chuvas agora, que é de dezembro até março, a água acumulada na região é muito pouca e se não ocorrer uma recarga significativa, nós vamos ter problemas sérios no próximo ano”, disse ele, ao mencionar que a região oeste da Paraíba vai começar o período chuvoso.
Reservatórios em situação crítica
Segundo dados da Aesa, dois reservatórios importantes da região, Coremas e Mãe d’Água, estão em situação crítica. Coremas acumula atualmente pouco mais de 4% do volume total, que é de 591.646.222 m³. Já o reservatório de Mãe d’Água, que tem capacidade de 567.999.136, está com pouco mais de 3% de água.

Por: Francisco Varela Neto

Fonte: http://portalcorreio.com.br

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