Maranhão descarta ‘plano B’ , fala de fim da aliança com o PSB e sustenta candidatura ao governo do Estado











                                                                                           




Em entrevista "bombástica", concedida a TV Arapuã, o presidente estadual do PMDB, senador José Maranhão, reafirmou que pretende disputar o governo do Estado em 2018. Maranhão falou de candidatura própria do PMDB, dos “acordos” com o prefeito de João Pessoa Luciano Cartaxo (PSD), da reaproximação com o senador Cássio Cunha Lima (PSDB),  do fim da aliança com o PSB do governador Ricardo Coutinho, entre outros assuntos.

Sobre 2018, ele garantiu que o PMDB buscará o protagonismo nas eleições, devido a sua importância política e histórica. “O PMDB não pode deixar de estar no processo sem sorrir e sem chorar”, pontuou Maranhão.

Para José Maranhão, até o plano B do PMDB para o próximo ano será a escolha de outro nome da agremiação para pleito, caso o escolhido não seja o seu. Em relação a Luciano Cartaxo, Maranhão, afirmou que não há acertos para um segundo apoio ao gestor no sentido da legenda poder assumir o Governo da Capital. “Você não faz duas campanhas de uma vez só. Se fosse assim não haveria rodízio e rotatividade no poder. O que era essencial para Luciano era se reeleger prefeito de João pessoa. Não pode ser articuladas duas conquistas de uma vez só. Eu não consultei o partido e nem ninguém para fazer esse tipo de transação. Ele tem o direito de se candidatar mas não pode impor ao PMDB votar nele de novo”, argumentou.

Quanto a reaproximação com o senador e ex-governador Cássio Cunha Lima, José Maranhão disse que a convivência no Senado contribuiu para esse processo, e admitiu que hoje os dois estão mais próximos politicamente. Ele ressaltou apesar das divergências conhecidas dos paraibanos entre os tucanos e os peemedebistas, a política nacional e as urgências na Paraíba causadas pela seca deixaram no passado as divergências locais. “Hoje não existe um fosso. Chequei uma idade de dizer o que penso”, resumiu.

Questionado sobre a candidatura do socialista João Azevêdo, Maranhão disse que não se deve subestimar o nome de secretário estadual porque ele tem demonstrado “competência” a frente da gestão. “Eu não subestimo ninguém porque ele se fez conhecer como um bom administrador e técnico. Só não conheço seu desempenho político”, afirmou.

José Maranhão também falou do papel das oposições ao governo atual e revelou motivos de deixar a aliança com o governador Ricardo Coutinho. Enfático, ele disse que o partido não tinha participação na gestão à altura da importância da sigla.

“O PMDB deu contribuição decisiva na reeleição do governador, mas não houve contribuição ao papel  do partido. Não fazia mais sentido participar do governo sem ter o papel  de decisão pelo tamanho da legenda”, alegou.

Fonte: PB Agora

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